- afirma Ana Cristina Barra, chefe de Balcão da Fly Well Amadora


A Fly Well Amadora, tal como as suas “irmãs” de Lisboa (sede) e de Odivelas, especializou-se em turismo étnico, uma vez que os imigrantes são uma faixa da nossa população carenciada. Quem o afirma é Ana Cristina Barra, chefe de Balcão daquela agência, desde 2010, acrescentando a esta curta apresentação que a nossa equipa também tem como objectivo tentar colmatar um pouco esta falha.Ou seja:

- Ouvindo mais atentamente e respondendo com mais clareza a todas as questões que nos são colocadas, porque aqui a comunicação é fundamental. E também temos noção que neste mercado também temos de ser um bocadinho sociólogos e até psicólogos.

RFlyWell Viagensecorde-se que a 
actividade do grupo Fly Well, iniciada em 2006, tem a sua própria história que, quanto a nós não deixa de ser interessante.

O único sócio e administrador da Fly Well, Rafik Mamade, foi ”obrigado” a ser IATA, pelo Ministério de Hajj, na Arábia Saudita, para poder organizar peregrinações a Meca, coisa que já fazia há cerca de 10 anos como hobby

Mais tarde e juntamente com o seu filho Izhar Mamade, actual director Comercial da empresa, começaram esta aventura em Lisboa. E, muito rapidamente, abriram também um balcão em Maputo, de onde são originários.

Neste momento, o total de funcionários ronda os 15. Zenália Luz é a responsável pelo balcão da sede, em Lisboa. Susana Soeiro e Fayaz Arifo são, respectivamente, chefe de balcão de Odivelas e de Maputo. E, como já foi referido, a nossa entrevistada é a chefe de balcão da Amadora.

As agências do grupo são todas IATA, quer em Portugal, quer em Moçambique e estão inseridas na rede GEA.

Opção Turismo (O.T.) - Acredita que este ano, o factor preço será tanto ou mais importante que em 2011?

AnaCristinaBarraAna Cristina Barra (ACB) - Claro que sim! No nosso mercado alvo esse é o factor principal, e agora mais do que nunca. Até porque grande parte dos nossos imigrantes não tem trabalho neste momento. Consequentemente não têm dinheiro e quando não há trabalho a maioria  quer regressar ao seu país e passar por lá uma temporada.

O.T. - Como decorreu 2011 e o que significa em relação ao ano anterior?

ACB - Para nós 2011 foi o ano da consolidação, uma vez que abrimos este balcão no início de 2010, mas correu muito bem. Os imigrantes de Cabo Verde, Guiné, Angola, São Tomé, Brasil… são o nosso mercado maioritário.

O.T. -E quanto a programação própria?

ACB - Estamos neste momento a preparar programação própria no balcão de Odivelas. Projecto esse que está nas mãos do nosso director comercial Izhar Mamade e também da Susana Soeiro. Pretendemos ser especialistas em Moçambique, uma vez que é como se estivesse em casa.

O.T. - Já perdeu alguma venda por não ter podido baixar mais o preço?

ACB - Não me lembro de ter perdido vendas por não poder baixar o preço.  Até porque temos consciência que a nossa margem está perfeitamente adaptada ao mercado alvo. O nosso lema é vender mais, mas com margem mais pequenas.

No entanto,  os clientes tentam sempre baixar os preços, tenham ou não os preços mais baixos na mão…

O.T. – Tem conhecimento se os seus clientes se informam previamente na Internet sobre o que querem adquirir?

ACB - Os nossos clientes têm pouco acesso à Internet, mas acredito plenamente que se tivessem fariam muitas compras por lá. Especialmente nos voos para a Europa. Se bem que alguns já pesquisam, mas por não estarem muito à vontade nesta área, acabam por vir à agência.

O.T. - Que tipo de clientes pede mais ajuda do agente de viagens?

ACB - No nosso caso, os que pedem mais ajuda são adultos sós e famílias quando regressam ao seu país de origem, devido à situação económica que Portugal atravessa.

Ana Cristina Barra salienta que a Fly Well não vende bilhetes das companhias low cost e que não tem dificuldade na cobrança de custos de gestão porque, em seu entender,parece que os nossos clientes compreendem esta questão mais facilmente que a restante população

Quanto ao que mais gostaria de vender, a nossa interlocutora não hesita:

FlyWell-AmadoraACB - Trazer doentes de África para Portugal, num pacote que inclua não só a viagem mas também alojamento em condições dignas. Isto, porque temos muitos familiares e amigos de clientes que vêm para tratamentos médicos e acabam por ficar a dormir em locais sem quaisquer condições. Um produto que seria extremamente interessante de trabalhar e, garantidamente, com muitos interessados.

O.T. – Crê que acções através da Internet fidelizam ainda mais os seus clientes? Porquê?

ACB - Creio que hoje em dia é muito difícil fidelizar clientes seja na Internet ou não. Para mim, o segredo está no profissionalismo dos agentes de viagens e nos preços mais baixos. É claro que, felizmente, ainda existem clientes fidelizados a agências/agentes, mas não creio que a internet tenha um papel fundamental nesta matéria.

O.T. – Como prevê melhorar ainda uma atenção mais personalizada ao seu cliente?

ACB - Através do envio personalizado de promoções para os destinos mais utilizados por cada cliente, sempre que estas sejam lançadas para o mercado pelas companhias aéreas.

O.T. – Considera que pagamento de pacotes/viagens de lazer em prestações, com ou sem juros, pode ser uma opção para ganhar clientes? Porquê?

ACB - Não creio, porque os clientes que compram viagens a prestações são clientes com pouco poder de compra. Se fizerem por ano apenas uma viagem de lazer, no ano seguinte vão recomeçar a sua pesquisa para obter novamente os preços mais baixos e até pode acontecer que acabem por comprar na mesma agência.

O.T. – Acha que a sensibilidade do consumidor ao preço vai definir o … “cada um em seu sítio”?

ACB - Claro que sim, sempre definiu! E agora mais ainda: a carteira define o local onde vai passar as suas férias.

O.T. – Quais as principais ameaças com que se vão deparar as agências de viagens a próximo e médio prazo?

ACB - Creio ser indiscutível que a internet já é a ameaça número um. Por outro lado, temos agora ‘falsos’ agentes de viagens a querer dar cartas no mercado, uma vez que a profissão está a ser banalizada, uma vez que qualquer pessoa pode vender viagens como vende sapatos… mas no final, acredito plenamente que os verdadeiros e sábios profissionais sejam aqueles que mais viagens vendem.

O.T. –Como vê a política do Turismo do actual governo? Em seu entender, o que mais poderia e poderá ser feito…

ACB - A recente lei que aprovou as áreas regionais foi positiva; o governo reconhece a importância do turismo na economia portuguesa, e parece que vão abrir (ou já abriram?) linhas de crédito ao sector. Talvez agora passe a haver capacidade para investir na promoção e marketing e ainda fazer uma abordagem a novos mercados.

No entanto, Ana Cristina Barra é pessimista quanto ao IVA e às portagens nas SCUT’s.

ACB - O aumento do IVA e as portagens nas SCUT não beneficiam em nada o sector, mas o Governo diz que antes do Verão este problema estará solucionado, certo?Também sei que vai haver uma revisão legislativa em algumas áreas do turismo… enfim, a ver vamos.

A chefe de Balcão da Fly Well Amadora refere que onde mais se pode fazer alguma coisa será nas áreas do incoming e MICE.

E, a terminar, tendo em conta que a criminalidade em Portugal está a aumentar devido às actuais circunstâncias,parece-me que o Governo deve garantir que a imagem de Portugal lá fora continue a ser a de um país seguro. Só assim poderemos continuar a ser um centro de negócios na Europa.

 Luís de Magalhães18JUN2012@Opção Turismo

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