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Apesar de ter demonstrado sinais de que é capaz de reagir positivamente em situações de crise, a companhia aérea nacional TAP considera que a sua própria privatização é "premente", alinhando na opinião do seu accionista único, o Estado.
Durante este ano, a TAP demonstrou a sua capacidade para enfrentar os seus desafios, crescendo o seu volume de tráfego no primeiro semestre em 5,7 por cento. Este resultado deve-se à aposta em novos destinos e das melhorias nos mercados do Brasil e de África.
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